Transportar tatu abatido não é crime

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Neste início de ano, o juiz federal substituto da 1ª Vara Federal no Tocantins, Adelmar Aires Pimenta da Silva, julgou improcedente uma ação contra Ruildevan Gomes Souza.

O que fez o Ruildevan? Transportava um tatu abatido no longínquo ano de 1998.

Quem abriu a ação? O hoje famoso procurador da República Mário Lúcio de Avelar, depois que o coitado do Ruildevan foi preso com o tatu morto num posto da Polícia Rodoviária Federal em Gurupi.

Ruildevan foi acusado de cometer danos ao meio ambiente.

Agora, quase dez anos depois, Ruildevan foi absolvido pelo juiz. Afinal, o Ruildevan só transportava o tatu morto. Não há provas de quem cometeu o “tatucídio”.

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